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Ah, essas versões…
Existem sete notas musicais, e uma infinidade de combinações que se pode fazer com elas. Mas claro, que não apenas de notas se faz uma música. Ritmo, andamento, instrumentação e vários outros elementos também fazem parte. O que quer dizer que, existe um número gigantesco de músicas possíveis de serem escritas. Agora, com esse número absurdo de coisas originais a serem criadas, nada explica porque uma pessoa vá usar a criação de outra na cara dura. Bem, as vezes não tão na cara dura assim, mas vá lá.
Agora assista esse video:
A música foi composta por César Augusto e Piska (?) e lançada no album “Indiferença”, da dupla Zezé Di Camargo Luciano em 1996. Reconhece essa introdução? A maioria não deve, por isso fiz o favor de colocar esse video aqui:
Acho que não preciso dar informações sobre os Jackson 5, certo? Mas a música foi composta por Berry Gordy, Bob West, Hal Davis e Willie Hutch e foi lançada em 1970 no Third Albun.
Sentiu a “coincidência”? Pois é. Não precisa ser musicista pra sacar que a introdução das duas músicas são quase identicas. Agora, que fique bem claro, “Preciso ser Amado” não é uma versão em Português de “I´ll be there”. Mas sim, essa versão existe! E foi gravada pela dupla Sandy e Junior em 1994 no album “Pra Dançar com Você”.
Ahhh, os reis da versão brasileira… Não estou brincando, a maior parte do repertório da extinta dupla se baseia em versões brasileiras de canções de muito sucesso, como “My Heart Will Go On” e “Immortality“, ambas da Celine Dion. Você chama isso de homenagem? Eu chamo de oportunismo. Porque, uma coisa é você fazer uma homenagem uma vez ou outra para algum artista, fazendo um arranjo diferente de alguma música famosa, mas cantado do seu jeito e dentro do seu estilo musical. Outra, completamente diferente, é pegar todo o instrumental de alguma canção conhecida, e simplesmente mudar completamente a letra (ou “traduzir”), e o pior, fazer isso com frequência. Vide, Stefhany Absoluta (demorei meia-hora pra conseguir escrever o nome dela, pqp).
Agora, não estou criticando artistas que fazem covers e versões de músicas famosas. Vide, Mariah Carey, que fez uma versão maravilhosa de “I´ll be There”. A critica é quanto ao oportunismo. Esse texto foi tipo um manifesto pela criatividade… Porque né, tantas coisas boas e originais que podem ser compostas…
Enfim, podem começar a jogar as pedras =D
Créditos ao Felipe (meu namorado, coraçãozinho s2 s2), que me deu a dica ontem à noite ^.~







muito bom o post amor…
e não é a unica…existe uma quantidade de versões desse tipo muito maior do que vc imagina com dezenas e dezenas de músicas que rolaram em nossas rádios..
Pepê e Nenem, Daniel, Broz, Rouge
e nos anos 80 tinha uma banda de AOR chamada Yahoo (infelizmente capitaneada pelo lendário guitarrista Robertinho “Metal” de Recife) que fazia versões pra músicas de bandas consagradas como Def Leppard e Aerosmith…
lamentável…
Po..
curti esse seu post…
me lembrou de várias músicas q eu reconheci e são quase identicas…
mas ae…
veja esse link ae do meu amigo Tersis, ele tem uns 30 videos de músicas bem parecidas…(procure n lista por under the influence no canal dele)
http://www.youtube.com/user/thznt#p/u/41/YY0GAB0qjMs
nada se cria tudo se transforma…. pois é… vivemos em constante mutabilidade musical… o que achamos que inovador… inovador nada é…kkkk
beijos
bom fds.
Poxa… Bem interessante!!!
Não havia pensado sobre isso, mesmo ouvindo (e cantando) algumas músicas que tem o mesmo ou quase o mesmo ritmo.
Concordo que seja oportunismo, pois criar uma nova versão poderia não dar tão certo, não ser tão aceita, então pensam: “Vamo utilizar o ritmo (ou outros elementos) de tal música que com certeza dará certo…” O medo do desconhecido…
E é verdade, pois independente da letra, a música acaba por atingir um grande público, devido a outra música (com o tal ritmo) já ter conseguido seu espaço… Por ex.: ‘Sou a Barbie Girl’ da Kelly Key… Nossa… Se prestar atenção na letra!! Vixy… Mas deu certo pois a versão original (não lembro de quem é) fez um tremendo sucesso!! Ou seja: Oportunismo!